Revenge of The Fallen
Depois de Transformers 2 começo a concordar com o Wedge: Michael Bay parece estar perdendo a forma. O primeiro filme pode não ser perfeito, mas tirou o meu fôlego e me deixou sem piscar por duas horas. Revenge of The Fallen me deixou decepcionado e cansado da repetição. Enquanto isso Terminator ganhou uma sequência que valeu a pena, e que até me fez pensar se existe futuro para a saga Alien. Hmmm… acho que não.
No commentsGashapon

Mais um post do tipo “coisas que só o Ebay traz pra você”. Muito melhor que essa aberração, e por incrível que pareça bem mais barato (U$ 7.00 each).
No commentsBundy x Fusion
Vi ontem pela primeira vez o novo comercial do Ford Fusion. O filme (intitulado “5 Anos”) tem bom gosto e tirou um LOL tanto meu quanto do meu pai. Vale a pena conferir.
Ao mesmo tempo lembrei um episódio de Married with Children onde o Al e o Steve estão restaurando um Mustang, e da mesma forma que no comercial, tem planos diferentes pra quando o carro estiver pronto. Check it out!
No commentsNetbook pra que?
A idéia de comprar um “netbook” surgiu quando meu pai encomendou o seu poderoso Dell Studio 17 em dezembro, e numa promoção você comprava junto um Dell Inspiron Mini 9 por apenas U$ 99 (com Linux e SSD de 4 GB). Eu o incrementei com WinXP, SSD de 8 GB, webcam de 1.3 megapixel, bluetooth etc. A utilidade disso eu não sabia dizer (já que nunca tinha feito falta), mas a tentação foi grande diante de tal oportunidade (ainda mais sabendo que no Brasil não teria a mesma chance).

Cinco meses se passaram e ele se tornou um companheiro. Embora não seja meu sistema principal (dificilmente algum laptop poderá substituir meu desktop), a chave do seu sucesso está justamente na portabilidade. Medindo apenas 23 x 17cm, eu o levo onde quer que eu queira sem levantar suspeitas. Não é tão grande quanto um laptop padrão, porém oferece as mesmas funcionalidades, salvo algumas limitações. Se isto vai te atrapalhar ou não, depende do uso que você pretende fazer. Alguns tópicos:
Espaço Livre: é verdade que só o Windows XP já ocupa quase metade do Solid State Drive de 8GB, porém eu dobrei essa capacidade usando um SD card. O cartão encaixa perfeitamente no Mini, não ficando nenhuma parte exposta. Os meus arquivos pessoais como músicas, documentos ou imagens ficam no cartão, reservando o SSD apenas para a instalação dos programas. Comecei a digitar um texto no Mini e pretendo terminá-lo no desktop? Salvo o dito cujo no cartão SD e depois o transfiro de forma rápida e indolor. Não vejo necessidade de mais espaço por enquanto (a não ser que eu queira levar toda a minha coleção de músicas pra dar uma volta).

Conectividade: alguns modelos tem modem 3G, mas eu pedi o meu sem. O bluetooth foi uma bela adição, uma vez que me comunico com outros computadores, celulares e também acessórios (mouse sem fio, controle remoto etc). O wi-fi funciona tão bem quanto o dos laptops maiores, e em último caso tenho a entrada para cabo de rede. São 3 portas USBs, o leitor de cartão SD/MMC, saída para fone de ouvido, entrada para microfone externo (embora ele já possua um integrado) e também saída VGA.

Teclado: sem dúvida é a característica mais subjetiva. As teclas são pequenas, mas é possível se adaptar. O Mini 9 não tem teclas dedicadas aos F1, F2, F3, sendo necessário segurar a tecla Fn e apertar a tecla correspondente para o comando (ex: Fn + A = F1, Fn + S = F2). Também estão ausentes o F11 e F12 (muito embora o impacto dessa ausência eu não tenha sentido). O Mini produzido no Brasil possui teclado ABNT2, mas este não é o meu caso.

Tela: um show à parte, as 8.9 polegadas comportam a resolução 1024×600 pixels. Talvez um tanto pequena para olhos cansados, mesmo assim é a mínima necessária para navegar na maioria dos sites hoje em dia. As cores são vivas, e você tem mais de 15 níveis para ajustar a iluminação. Calibre o brilho e contraste através das configurações de vídeo e você aproveitará ela ao máximo.
Bateria: um dos aspectos mais ressaltados é a duração de umas 2 ou 3 horas, porém tudo isso depende muito de como você está utilizando o Mini: coloque o brilho da tela no máximo, use o wi-fi, conecte várias coisas ao mesmo tempo (mouse etc) e é bem provável que o tempo caia.
Desempenho: eu diria que é o suficiente, especialmente depois que coloquei 2gb de RAM. O meu veio com apenas 512mb e muitas vezes acusava o esgotamento da memória virtual, além do sistema ficar lento quando eu acessava vários sites ao mesmo tempo (um hábito do qual eu não consigo me libertar). Eu não conseguia nem mesmo redimensionar uma imagem no Photoshop 6 sem que o programa avisasse a falta de memória, porém isso não acontece mais. Acredito que não haja muita diferença entre 2gb e 1gb de RAM (que passou a ser configuração mínima). Não tentei instalar nenhum jogo (pra isso tenho o PSP), mas ele rodou numa boa emuladores de CPS2 (quer melhor diversão rápida on the go do que isso?). Uma notinha para os desavisados: assim como outros laptops, o Mini gerencia o desempenho do processador para prolongar o tempo da bateria. Isso significa que o desempenho maximo só será obtido se você estiver usando a fonte (a não ser que você modifique as opções de gerenciamento de energia).
Outras considerações: por não ter cooler o Mini esquenta bastante, especialmente quando conectado à força. O lado bom disto é que ele é silencioso como a noite. O acabamento em geral é excelente: teclado macio, tela sem nenhum pixel defeituoso. O som dos autofalantes é quebra galho, mas obviamente o uso de fone de ouvido acaba com essa questão. Assim como os demais notebooks da Dell, o Mini vem com pouco lixo instalado e acompanha CDs de reinstalação (bem diferente do que a Sony faz). Ah, obviamente ele não possui um drive óptico, mas isso pode ser facilmente contornado com uma unidade USB externa.

O que eu mudaria nele? Apenas colocaria o tal drive óptico e o teclado com iluminação interna igual ao do Studio 17 (vocês não acreditam no quão útil isso é). Quem sabe num futuro próximo?
Ficou claro que me tornei um usuário satisfeito do Mini. Ele faz quase tudo que um laptop faz, sendo absolutamente pequeno e bonito - bem mais bonito do que muitos dos concorrentes por aí. Ponto positivo pra Dell.
No commentsPáscoa
Em comemoração a páscoa vou relembrar os easter eggs do Microsoft Office. A coisa mais legal das raras aulas de informática que eu tive no final do primário (96, 97) era impressionar os colegas com esses segredinhos. Alguns professores ficavam doidos, já que todo mundo queria fazer o mesmo e a aula ia por água abaixo.

No Excel 95 existia o Hall of Tortured Souls: um joguinho tipo FPS onde você se movimentava por uma sala que escondia as fotos dos desenvolvedores (o nome “Hall das Almas Torturadas” também reforçava a sinistra idéia de que Bill Gates tinha um pacto com o capeta. Pobres e ignorantes mortais… nem sabem que Bill Gates É o próprio capeta). No Excel 97 havia uma espécie de simulador de vôo, enquanto que no Word 97 o segredo era um pinball. Quem se lembra?
É isso aí povo, Feliz Páscoa!
No commentsMomento mágico
Não posso mais dizer que nunca ganhei nada em sorteios. Fui contemplado com uma música gratuita (e de minha escolha) na Music Store do Rock Band. Tudo bem que a promoção sorteou 7.500 músicas e que o valor do prêmio é de apenas US$ 2.19, mas o que importa mesmo é o “magic moment” :)
No commentsK.I.T.T. modelo 08/09
Meu Deus! O KITT virou um transformer! Não que um carro com IA avançada e mais truques que o Aston Martin do James Bond seja algo realista, mas hey, um Mustang virar uma caminhonete e até mesmo uma van é pedir pra você suspender a realidade e nunca mais ir buscá-la. Mais fácil crer em uma raça de robos alienigenas que se disfarçam em plena vista.

Como se não bastasse, o seriado também foi contagiado com aquela febre de colocar nos papéis principais jovens irresponsáveis, com piadinhas infames e flertes imbecis. O jeito é ficar com o original, que embora não seja perfeito, tem aquele agradável gostinho de nostalgia.

Acima: KITT (1982), David Hasselhoff e… Gary Coleman? Now we’re talkin’!
2 commentsO Legado de Metal Gear
Metal Gear Solid é uma saga longa, com jogos que tem mais tempo de cutscenes e diálogos do que de próprio controle do personagem. Por isso mesmo acabam dizendo que é uma espécie de filme interativo, e de fato os jogos possuem cenas de ação melhores que muitos enlatados de Hollywood. Se você não tem oportunidade ou paciência para jogá-los mas gostaria de “assistí-los”, The Legacy of Metal Gear Solid vai parecer como uma bênção vinda do céu.
É um projeto feito por um fã que reúne todas as cutscenes, bem como alguns trailers, músicas, speedruns etc de todos os jogos da saga em 19 (dezenove) DVDs. O melhor: tudo disponível pra download (porém fico imaginando até quando). Apenas através desse projeto tenho a chance de ver todas as cutscenes de Metal Gear Solid: Twin Snakes, remake feito para o Game Cube e que não tive a oportunidade de jogar. Fenomenal o que algumas pessoas dedicadas (e com tempo livre) fazem!

Quanto à parte final da saga, Kojima foi audaz o suficiente para amarrar todas as pontas soltas, e conseguiu até mesmo fazer com que a história de MGS2 fizesse sentido. Não só, produziu a luta final entre arqui-rivais mais memorável e emocionante que eu já vi em mídia audiovisual. Epic win!
No commentsThe Go! Team
Quando eu penso que não vou conhecer nenhuma música nova interessante, eis que vejo o trailer de Little Big Planet e fico encafifado com a música. Trata-se de The Go! Team. Uma mistura de funk dos anos 70, hip hop, instrumentos de sopro, gritos de guerra de líderes de torcida e outros samples variados de qualidade menos que cristalina. O resultado são músicas com melodias que aquecem a alma, despertam sentimentos nostalgicos e fazem o dia parecer mais belo. Vou deixar apenas três sugestões para que vocês ouçam: Junior’s Kickstart (com certeza vocês já ouviram em algum outro lugar. Video clipe épico, com alguem vestido de Pacman calçando AllStars correndo dos fantasminhas nas ruas de Nova York… sério); Everyone’s a V.I.P. To Someone e Get It Together, tocada no trailer de LBP e que me despertou o interesse.
No commentsDream Theater, the majesty
Hoje estava assistindo uma parte dos DVDs Live at Budokan e Chaos In Motion, do Dream Theater. Sempre que vejo a atuação deles fico impressionado, e de certa forma até orgulhoso por gostar da banda. Todos são mestres em seus instrumentos, suas longas performances ao vivo soam melhores do que as gravações no estúdio (desconfio que não exista algo difícil o suficiente que eles não possam tocar). Algumas músicas são demasiadamente pesadas pro meu gosto, mas me regozijo na sensibilidade de tantas outras melodias expressadas com supremacia técnica, capaz de ganhar a simpatia até mesmo de um público que definitivamente não é alvo (meus pais). Fico pensando em como esses mestres treinaram seus dons e se tornaram o que hoje são. Existem tantas pessoas por aí que dominam algo, são admiradas (com razão), que até me faz pensar no quão desprovido de talento sou. Anyway, espero que algumas músicas clássicas da banda apareçam no Rock Band, e não apenas as do último album. Talvez assim possa sentir um pouquinho do gosto que Petrucci tem ao subir no palco e fazer um solo :)
Fim de tópico. Deixe-me voltar ao filme/desenho da abelha que se apaixona pela florista.
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