BP’s Tears In Rain

Archive for the 'Cinema & TV' Category

A verdade está lá fora…

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Pensando demais

Dois mil e dez começa com uma sugestão de blog interessante e inteligente: Overthinking It. Um grupo de pessoas que, assim como eu, gostam de analisar as coisas de forma “profunda”.

Mas é claro que nao se trata de qualquer coisa. O foco é a cultura pop, especialmente o cinema e a TV. Eu já disse aqui que Robocop é uma “obra de arte” e que possui riqueza de conteúdo. Sim, me refiro àquele mesmo, de 1987 e que geralmente é visto de forma superflua. Pois bem, prova de que não estou sozinho é que o blog trouxe uma profunda matéria intitulada The American Tragic Hero #2: Robocop. Como se não bastasse, eles dedicaram uma semana inteira à artigos sobre Paul Verhoeven com pensamentos sobre seus principais filmes, incluindo os favoritos Starship Troopers e Vingador do Futuro, entre outros.

Houve também uma semana dedicada aos Simpsons onde é apontada a influência desse seriado e, até mesmo, uma hipótese de que o Homer ajudou a causar a crise financeira de 2009 (e olha que faz sentido… de certa forma, LOL).

Não para por aí: Avatar ganhou 6 razoes pelas quais deixou a desejar. Sem querer ser do contra, mas eu concordo com praticamente tudo o que foi dito alí. Não consigo entender como as pessoas se contentam com tão pouco vindo do mesmo mestre que deu ao mundo Terminator, Aliens, The Abyss e (porque não?) True Lies! D’oh!

Nada como debater a cultura pop com tamanha (e provavelmente desnecessária) atenção.

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Ainda sobre 500D

BP: vá ver 500 Dias Com Ela

Wedge: yep. to precisando levar um soco no estomago

BP: d00d, não é exatamente um soco no estomago. Na verdade eu me senti COMPREENDIDO por alguém ter feito um filme daquela forma. É como se, de repente, alguém representando todos aqueles que já se frustraram levantasse numa só voz e dissesse: “You’re not alone. Keep trying”

Wedge: deep

Minutos atrás, no G-mail. LOL.

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A moment, a love, a dream, a laugh, a kiss, a cry

Vi sobre (500) Days of Summer numa vinheta na TV a cabo e gostei da premissa. Alguns dias depois recebo uma recomendação no melhor estilo “assista-o, você verá como a coisa realmente acontece”. Não sou chegado em filmes desse gênero, mas finalmente apareceu um com o qual eu me identifiquei profundamente. Isso ocorreu logo nas primeiras cenas e continuou até o fim, seja através da trilha sonora, seja nos pequenos detalhes de comportamento que Tom (nice guy) e Summer (girl of dreams)  demonstram.

Esqueça os contos de fada – o filme não é uma comédia romântica que termina com “foram felizes para sempre”. Também não é um drama de final miserável. Arrisco-me a dizer que é apenas a vida como ela é: os altos, os baixos e as surpresas que o amanhã nos reserva quando o assunto é relacionamento. Um tapa na cara? Provavelmente.

Os filme todo tem gostinho de “já passei por isso antes”. Destaque para o momento em que Tom vai a uma festa no apartamento de Summer: a tela é dividida com as suas expectativas e a nua (e crua) realidade. Caracas! Nem preciso revirar o meu passado pra encontrar uma situação semelhante. São tantos os momentos onde a ficção se mistura com experiências próprias que eu poderia montar uma trilha de audio fazendo comentários.

Talvez seja por causa da minha bagagem emocional, mas não consigo lembrar de nenhum outro filme do gênero que faz tanto sentido (embora ele retrate as escolhas sem sentido que as pessoas fazem). Relacionamentos são assim: aparentemente simples, profundamente complicados. Se os dois não estão em sintonia fica difícil.

Ah! Momento de cultura cinematográfica inútil: um dos cenários é aquele mesmo prédio onde ocorre o climax de Blade Runner, o Bradbury Building, em L.A. Eu notei de cara, óbvio :)

Cool, ahm?! É uma curiosa coincidência num filme recheado de familiaridades e “lembranças”.

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Little Big Plágio

Não que seja um plágio descarado, mas tenho a impressão de que alguém da equipe do SBT responsável pelas vinhetas do Bom Dia e Companhia andou jogando Little Big Planet.

Não o culpo. Realmente, Sackboy e companhia são demais! Get It Together!

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Revenge of The Fallen

Depois de Transformers 2 começo a concordar com o Wedge: Michael Bay parece estar perdendo a forma. O primeiro filme pode não ser perfeito, mas tirou o meu fôlego e me deixou sem piscar por duas horas. Revenge of The Fallen me deixou decepcionado e cansado da repetição. Enquanto isso Terminator ganhou uma sequência que valeu a pena, e que até me fez pensar se existe futuro para a saga Alien. Hmmm… acho que não.

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Bundy x Fusion

Vi ontem pela primeira vez o novo comercial do Ford Fusion. O filme (intitulado “5 Anos”) tem bom gosto e tirou um LOL tanto meu quanto do meu pai. Vale a pena conferir.

Ao mesmo tempo lembrei um episódio de Married with Children onde o Al e o Steve  estão restaurando um Mustang, e da mesma forma que no comercial, tem planos diferentes pra quando o carro estiver pronto. Check it out!

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K.I.T.T. modelo 08/09

Meu Deus! O KITT virou um transformer! Não que um carro com IA avançada e mais truques que o Aston Martin do James Bond seja algo realista, mas hey, um Mustang virar uma caminhonete e até mesmo uma van é pedir pra você suspender a realidade e nunca mais ir buscá-la. Mais fácil crer em uma raça de robos alienigenas que se disfarçam em plena vista.

Como se não bastasse, o seriado também foi contagiado com aquela febre de colocar nos papéis principais jovens irresponsáveis, com piadinhas infames e flertes imbecis. O jeito é ficar com o original, que embora não seja perfeito, tem aquele agradável gostinho de nostalgia.

Acima: KITT (1982), David Hasselhoff e… Gary Coleman? Now we’re talkin’!

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We are Robot Jox!

Esses dias eu estava deitado quando lembrei de One Must Fall 2097, jogo de computador lançado em 1994 e que compramos via fax-modem no 386 que tínhamos. Foi nossa primeira compra “on-line” internacional, sendo feita através de um formulário preenchido e enviado no ambiente MS-DOS (eu jurava que não ia chegar, mas meu pai me garantiu que ia dar certo… e deu). É um dos melhores jogos de luta para PC de todos os tempos (basta ver as críticas), onde robôs gigantes se digladiam em diversas arenas - cada uma com suas armadilhas. Também foi um dos primeiros sucessos da Epic Megagames, hoje conhecida pela série Unreal e o super popular Gears of War.

Anyway, indo direto ao assunto: lembrando de OMF 2097 veio um flash à minha cabeça de um filme obscuro que eu havia visto na minha infância, e que desde então permaneceu adormecido em alguma região do meu cérebro. O tema: lutas entre robôs gigantes. Lembrei do formato de um dos robôs, meio aracnídeo, mas não consegui lembrar do nome do filme por mais que eu tentasse.

Perguntei ao Ceno na esperança de que ele já tivesse assistido, mas ele também desconhecia. Foi então que com uma rápida pesquisa no Google (robot + arena + gladiators + 80’s movie) ele conseguiu trazer o nome do fundo do baú: Robot Jox (aqui ficou desconhecido como Os Gladiadores do Futuro).

 

Filme low-budget e “cheese” lançado em 1990, mas com efeitos legais o suficiente para uma criança de 7 anos lembrar dele após outros 18 anos (assista o trailer). Pelo que vi o filme não saiu em DVD nas terras tupiniquins, o que me obrigou a apelar para a Internet. Lá fui eu, menos de 15 minutos após a descoberta, começar o download de mais um pacote de lembranças da minha infância.

Registro aqui mais esse post de cultura cinematográfica B com gostinho especial de nostalgia. Poucos se lembrarão do filme, porém cedo ou tarde alguém vai pesquisar e vai acabar tropeçando nesta página. Que mais uma lembrança seja revivida.

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Bernard Bear

Backkom (conhecido internacionalmente como Bernard Bear) é uma animação produzida na França por um estúdio Coreano (?) que mostra a vida atrapalhada de um urso polar diante das situações do cotidiano. Ele é egoísta e impaciente, porém sempre persistente. Bernard tem um look às vezes triste, que me lembra um pouco do Bisonho, mas basta ele ter uma idéia e esboçar o sorrisinho sacana que você já percebe que bobo ele pode ser, mas tonto não. É um personagem carismático, com o qual você acaba simpatizando fácil.

As animações tem de 3 à 5 minutos e também contam com alguns outros personagens. Até onde eu sei existem 52 episódios que fizeram grande sucesso pelo mundo (sendo veículado por volta de 2004). Dos que eu vi até agora meus favoritos foram A Day In the Country II, Parachute, The Little Dog e o final infame de The Flower.

Como descobri Bernard? Meu pai viu um video dele em uma palestra, chegou em casa e praticamente baixou todos os episódios do You Tube. LOL!

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