Samsung Galaxy 551 vs Black Piano + Problemas

Update 2: Eis que menos de 6 meses depois precisei enviar o meu Galaxy 551 para a assistência técnica. Mais informações no corpo da matéria.

Minha relação com celulares sempre foi uma das mais simples possíveis: fazer ligações, receber SMS e permitir toques musicais era o suficiente. Por isso mesmo fiquei tanto tempo com o Samsung E256, comprado há uns 5 anos atrás. Pequeno, leve, com uma bateria que ainda dura dias.

A questão é que de repente comecei a me sentir fora da onda tecnológica. Cada vez que ia em algum lugar e via alguém usufruindo das possibilidades do seu smartphone, olhava pro meu E256 e percebia o quão limitado ele era. Foi quando resolvi pesquisar um substituto.

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LEDs

Você já ouviu isso antes: o papo de que as lâmpadas frias gastam menos que as convencionais incandescentes. Hoje a moda é o LED, que gasta ainda menos, dura mais, e aparentemente também brilha mais. O planeta Terra que me perdoe: eu economizo água, apago as luzes, mas nunca decidi por esse ou por aquele produto baseando-me puramente no gasto de energia elétrica. E cá estou eu me prolongando e desviando do assunto central. A questão é que nessa última semana tive uma experiência absolutamente esclarecedora e gratificante sobre LEDs. Ela envolve os model kits da Bandai descritos nos posts anteriores, então sim, mais uma vez Star Trek e “brinquedos de gente grande” se tornam assuntos nesse blog.

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2209wa

A primeira vez em que “investi” em um monitor decente foi em agosto de 2001. Curiosamente foi o investimento mais pesado que fiz na categoria: o Sony Triniton E200 de 17″ custou R$ 2.000 (ou foi 3 mil?) e fazia justiça à sua fama: cores maravilhosas e refresh rates altíssimos. Tudo isso num pacote que pesava 20kg. Eu o usei até junho de 2007, quando ele começou a apresentar “ghosting” nas imagens, sem contar os estalos que eu comecei a ouvir de vez em quando (talvez fossem os capacitores indo pra terra do nunca).

Diante da morte dos CRTs o jeito foi partir pro LCD. Na época peguei um Samsung 932B Plus por R$ 1.000. Mesmo sendo painel TN, a idéia era quebrar um galho com ele até que encontrasse uma outra alternativa melhor sem precisar fazer um buraco no bolso (em 2007 também foi a época em que comecei a investir pesado em fotografia, então já viu né?). Monitores com painéis melhores possuíam tempos de resposta absurdamente altos e eram bem mais caros. De qualquer forma, o 932B fez bem o seu papel de “primeiro monitor LCD”: no princípio eu fiquei vislumbrado com a qualidade sensacional e o nível de detalhes. O problema, porém, veio com o tempo. Eu trabalho com design/fotografia, e num painel TN um simples levantar de rosto faz com que a qualidade das cores e o contraste mudem bastante. É o famoso problema de angulo de visão.

Chega 2010: após ter montado um novo computador, decidi que precisava de maior resolução e espaço para trabalhar. Pesquisei por um LCD que tivesse painel melhor e eis que para minha surpresa, enquanto que as opções de LCD aumentaram bastante, o painel TN continua em 99% delas. A solução veio através do blog do fotógrafo Geraldo Garcia, onde conheci o Dell 2209WA (na verdade o blog dele acabou ajudando a Dell a vender dezenas desse monitor). É um display LCD de 22″ com resolução 1680×1050 e painel e-IPS por menos de R$ 1.000. Com apenas duas semanas de uso, me atrevo a dizer que é uma das minhas melhores compras nesse ano. O preço baixo se deve ao fato dele estar saindo de linha agora em agosto. O modelo substituto, também com painel IPS, tem 24″ e custa em média R$ 1.600. Se estiver interessado no 2209wa, você pode tentar ligar na Dell e falar com a Mariara Soares, uma simpática vendedora com sotaque bacana que foi direto ao ponto. Só tenha um pouco de paciencia: o monitor é importado, e entre fabricação e entrega foram 2 meses de expectativas.

BP’s wishlist

Mais um item pra eu me lembrar no final do ano caso viaje para o exterior. Achei bastante interessante a proposta do Drobo: backup sem esquentar a cabeça com medo de perder os dados. E o melhor: você pode usar HDs de tamanhos, marcas e desempenhos diferentes – e trocá-los é aparentemente tão simples quanto plugar uma pendrive.

Netbook pra que?

A idéia de comprar um “netbook” surgiu quando meu pai encomendou o seu poderoso Dell Studio 17 em dezembro, e numa promoção você comprava junto um Dell Inspiron Mini 9 por apenas U$ 99 (com Linux e SSD de 4 GB). Eu o incrementei com WinXP, SSD de 8 GB, webcam de 1.3 megapixel, bluetooth etc. A utilidade disso eu não sabia dizer (já que nunca tinha feito falta), mas a tentação foi grande diante de tal oportunidade (ainda mais sabendo que no Brasil não teria a mesma chance).

Pai e filho

Cinco meses se passaram e ele se tornou um companheiro. Embora não seja meu sistema principal (dificilmente algum laptop poderá substituir meu desktop), a chave do seu sucesso está justamente na portabilidade. Medindo apenas 23 x 17cm, eu o levo onde quer que eu queira sem levantar suspeitas. Não é tão grande quanto um laptop padrão, porém oferece as mesmas funcionalidades, salvo algumas limitações. Se isto vai te atrapalhar ou não, depende do uso que você pretende fazer. Alguns tópicos:

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