Fotolivro

Após 7 meses de trabalho esporádico finalmente tenho em mãos o meu segundo “fotolivro“. Como a capa sugere, ele contém alguns registros visuais da minha viagem aos EUA.

São 77 páginas tamanho A4 diagramadas no Photoshop. Os arquivos PSD com os incontáveis layers totalizam mais de 9 GB. Meu desktop, já obsoleto, quase tinha um derrame digital cada vez que abria dois ou três PSDs, cada um com 200 ou 300 MB (o maior deles tem 516).

Foram horas e horas parado em frente a tela quebrando a cabeça com o layout, tratando cada imagem, decidindo a ordem das coisas, sem contar as vezes em que eu resolvia voltar atrás daquilo que já tinha considerado “pronto” para incluir novas idéias.

O resultado final, impresso, é de encher os olhos. Apesar disso, notei uma ou outra coisa que eu gostaria de mudar se pudesse voltar atrás. Ossos do ofício.

Debriefing – Parte I

A cidade de Nova York agora nada mais é do que um pequeno clarão no horizonte. Faz poucos minutos que decolamos. O JFK estava tranqüilo, pouquíssimos vôos saindo do terminal da AA, poucos outros chegando. Na verdade é como o piloto disse: esta deverá ser uma das viagens mais tranqüilas que devemos experimentar. Eu diria que a média de poltronas vazias / passageiros é de 10 pra 1. No kiddin. Eu estava super ansioso diante de todas as etapas de embarque (pesar e despachar malas, raio-x, ser ou não revistado etc), porém tudo foi rápido demais, sem estresse. Acho que sempre que eu for viajar vou marcar meus vôos de volta durante o reveillon.

Aproveito parte do vôo de mais de 9 horas pra relatar minha jornada. Comecemos do inicio.

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Goiânia trip report

Hoje é meu penúltimo dia em Goiânia. Viemos para lazer (aproveitamos um evento da igreja que está se realizando esta semana).

Goiânia é uma cidade bonita. Não tive a chance de andar nos parques, mas de uma coisa você pode estar certo: não falta comércio. No que diz respeito a centros populares, existem três shoppings, uns dois ou três camelódromos e muitas lojas grandes (Carrefour, Wal-Mart etc).

Um dos shoppings, Flamboyant, é realmente bonito e bacana. Não fosse pelo fato do segurança ter encanado comigo quando fui tirar uma foto do domo de vidro, a experiência teria sido ainda mais gratificante (“Tango para Central. Eu estou com um cliente aqui que quer tirar uma foto. O problema é que ele está usando máquina profissional”). No fim ele permitiu a foto. Imagino o que o segurança faria se fosse um encontro do Flickr.

O trânsito não é tão caótico como em São Paulo (nem Nova York é caótica como SP), porém os motoristas daqui são meio apressados e costumam furar o sinal vermelho (me espanta ter visto apenas um acidente, já que essa infração ocorre direto). Também tem muita moto andando, ao lado de mobiletes (!) e bicicletas.

Para se localizar você precisa de ajuda. Antes o mapa e o guia vendido nas bancas fossem bons. Os quarteirões são despadronizados e existem muitas bifurcações, rotatórias e entradas. Errar um caminho mesmo pela segunda ou terceira vez tem sido algo comum. A sinalização das vias também não ajuda. Recomenda-se andar com um navegador (GPS ou humano).

O clima está seco, não há nuvens no céu, o sol é forte.

Amanha iniciamos os +800km da volta.

I’m back!

A jornada chegou ao fim no dia 16. Já sinto uma falta absurda do frio norte-americano!

Hora de organizar todas as coisas, preparar as fotos para colocar no Flickr, “revelar”, arrumar e brincar com as dezenas de “lembrancinhas” compradas na terra da liberdade, escrever algumas experiências no blog, atualizar portfolio, assistir filmes, sair com amigos, emagrecer, trabalhar… uffff… alguem pode parar o tempo por favor?