Nov.02.09

Do the locomotion

Posted in Games at 9:45 am by BP

Well, I spent this last week playing the fabulous, marvelous, 2009 game-of-the-year (by anticipation) Uncharted 2: Among Thieves. All the hype is justified. That’s a game you have to play at least once in your life. While all the levels are somehow cool and wonderful, the game features an stage were you are aboard of a train going from Nepal to Tibet.

The experience is spectacular, the visual is jaw dropping and the action is amazing! You even have an Hind – that badass Russian copter – blowing up the carts in an desperate attempt to kill you. It’s simply breathtaking!

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Oct.07.09

Thexder and Digger: another blast from the past

Posted in Games at 4:18 pm by BP

It’s certainly good to be a gamer those days. While the magic isn’t the same (after all, we will always think that the best times were those when we were younger), at least now we have the technology to have state of the art graphics and sound, and the ability to play with people from all around the world without leaving your coach.

I’ve been raised with a computer at home since my early years. My father always liked it, and as a matter of fact I remember playing games on his MSX when I was just 4 or 5 years old.  One of those games is called Thexder.

Its a side scroller from 1985 that mix shmup and strategy. The action is good, the graphics were also, and the music is catchy. The first time I ever heard Beethoven’s Moonlight Sonata was in Thexder’s game over screen (with all it’s 8bit glory). I liked this game so much that since then, when I hear that sad song, the image of a fallen robot always come to my mind.

Nowadays, thanks to services like Playstation Network and Xbox Live, a lot of simple-yet-enjoyable downloadable games are coming back to life through HD remakes that bring tears to my eyes. Thexder Neo is one of those games. Released only on the PSP, it’s a must buy to anyone who ever liked the original. I must also say that they kept the classic song on the first stages and Moonlight Sonata, which is fantastic!

But the good stuff doesn’t stop there. Last week Digger HD was released. Again, that’s an old game (Digger was released in 1983) that I’ve used to play with my father for hours and hours on a computer with monochromatic monitor. Also, Digger introduced me to the Popcorn song. The new remake doesn’t have it, but you can set a custom soundtrack with any mp3 that you have. On my case, I  made a playlist with half a dozen Popcorn versions that I have.

My father, who is now 51 years old and never played games anymore (he says its too complicated to him), loved it and now we play Digger HD on cooperative mode! Really great! KUDOS for Sony, Backbone and Square. Bring back the old gems!

Sep.21.09

Little Big Plágio

Posted in Cinema & TV, Games at 11:42 am by BP

Não que seja um plágio descarado, mas tenho a impressão de que alguém da equipe do SBT responsável pelas vinhetas do Bom Dia e Companhia andou jogando Little Big Planet.

Não o culpo. Realmente, Sackboy e companhia são demais! Get It Together!

Aug.16.09

15 de agosto 101%

Posted in Games, Random Thinking at 2:44 pm by BP

Exatos 15 minutos antes do dia 15 de agosto terminar eu conquistei o último Paradise Award. Antartica, uma das mais de 80 musicas custom que eu deixo como trilha sonora randômica, começou de forma épica no exato momento em que o DJ Atomica anunciou o meu feito.

Tudo orquestrado pelo acaso. Data de expedição: 01/01/09. Data em que a completei: 15/08/09. E assim terminou um dia bacana :)

Apr.08.09

Momento mágico

Posted in Games at 7:40 pm by BP

Não posso mais dizer que nunca ganhei nada em sorteios. Fui contemplado com uma música gratuita (e de minha escolha) na Music Store do Rock Band. Tudo bem que a promoção sorteou 7.500 músicas e que o valor do prêmio é de apenas US$ 2.19, mas o que importa mesmo é o “magic moment” :)

Mar.11.09

O Legado de Metal Gear

Posted in Games at 4:33 pm by BP

Metal Gear Solid é uma saga longa, com jogos que tem mais tempo de cutscenes e diálogos do que de próprio controle do personagem. Por isso mesmo acabam dizendo que é uma espécie de filme interativo, e de fato os jogos possuem cenas de ação melhores que muitos enlatados de Hollywood. Se você não tem oportunidade ou paciência para jogá-los mas gostaria de “assistí-los”, The Legacy of Metal Gear Solid vai parecer como uma bênção vinda do céu.

É um projeto feito por um fã que reúne todas as cutscenes, bem como alguns trailers, músicas, speedruns etc de todos os jogos da saga em 19 (dezenove) DVDs. O melhor: tudo disponível pra download (porém fico imaginando até quando). Apenas através desse projeto tenho a chance de ver todas as cutscenes de Metal Gear Solid: Twin Snakes, remake feito para o Game Cube e que não tive a oportunidade de jogar. Fenomenal o que algumas pessoas dedicadas (e com tempo livre) fazem!

Quanto à parte final da saga, Kojima foi audaz o suficiente para amarrar todas as pontas soltas, e conseguiu até mesmo fazer com que a história de MGS2 fizesse sentido. Não só, produziu a luta final entre arqui-rivais mais memorável e emocionante que eu já vi em mídia audiovisual. Epic win!

Jan.21.09

Rocking with the band

Posted in Games at 10:57 pm by BP

Quase tão pessoal quanto o próprio gosto musical, party games podem ou não fazer a cabeça das pessoas. Guitar Hero me cativou ao jogá-lo com amigos (mesmo sendo numa TV de 7 polegadas PB). Frets On Fire veio logo em seguida, e agora que tive a oportunidade não resisti e comprei Rock Band 2 pro PS3 (guitar only).

É um jogo mais divertido quando em grupo, e torna-se mais duradouro com o lançamento de novas músicas semanalmente (mesmo custando U$ 1,99 é difícil resistir a tentação de não comprar aquela música que você gosta tanto). Porém o que mais me chamou a atenção foi o merchandising que a produtora disponibiliza no site do jogo.

O seu cadastro no site do Rock Band pode ser linkado ao seu perfil da PSN. Com isso, não só a sua pontuação é mostrada no site, como todos os personagens que você criou também podem ser acessados. Pra que? Pra você tirar “fotos” da sua banda, fazer camisetas, pôsteres, adesivos e até mesmo action figures personalizadas. Sensacional!

Eva, BP, Cate

Com vocês, HotShots! Eva, BP e Cate :P

Oct.03.08

We are Robot Jox!

Posted in Cinema & TV, Games at 1:38 am by BP

Esses dias eu estava deitado quando lembrei de One Must Fall 2097, jogo de computador lançado em 1994 e que compramos via fax-modem no 386 que tínhamos. Foi nossa primeira compra “on-line” internacional, sendo feita através de um formulário preenchido e enviado no ambiente MS-DOS (eu jurava que não ia chegar, mas meu pai me garantiu que ia dar certo… e deu). É um dos melhores jogos de luta para PC de todos os tempos (basta ver as críticas), onde robôs gigantes se digladiam em diversas arenas – cada uma com suas armadilhas. Também foi um dos primeiros sucessos da Epic Megagames, hoje conhecida pela série Unreal e o super popular Gears of War.

Anyway, indo direto ao assunto: lembrando de OMF 2097 veio um flash à minha cabeça de um filme obscuro que eu havia visto na minha infância, e que desde então permaneceu adormecido em alguma região do meu cérebro. O tema: lutas entre robôs gigantes. Lembrei do formato de um dos robôs, meio aracnídeo, mas não consegui lembrar do nome do filme por mais que eu tentasse.

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Jun.23.08

GO SONIC BOOM, GO!

Posted in Games at 7:28 pm by BP

Minha infância teve um heroi: Sonic. Os garotos do primário me zoavam porque eu só desenhava o ouriço azul, mas eles que se danem. Sonic é muito mais badass que o Mario e seu design é anos-luz à frente do encanador de macacão. Eu tive festa de aniversário com temática do Sonic, tive cadernos, camisetas, bonecos etc. Apesar de toda essa devoção ter sido na infância, alguns anos atrás fiz até um “logo personalizado” baseado no Sonic Team e colei no vidro do carro que tínhamos (o carro era azul, LOL). Mas foi coisa discreta, não maior do que 2.5×7 cm (o fanatismo passou, juro).

A primeira vez que eu vi o Sonic foi na edição de lançamento da revista Super Game (que depois se uniu com a Game Power e virou Super Game Power – eu tenho essa edição até hoje). As fotos do jogo no Mega Drive fizeram meus olhos brilharem. Quando eu vi o comercial na TV eu fiquei doido. A velocidade, os loopings, as cores. Na época eu tinha um Master System e mesmo nele Sonic era um jogo bacana. É verdade que essa versão não tinha looping, mas eu ainda me lembro como se fosse hoje do final de semana em que eu aluguei o jogo e não queria sair de casa por nada. Também me lembro do dia mágico em que ganhei um Mega Drive que vinha com o Sonic 1 + camiseta. WOW, aquilo foi demais.

Tive Sonic 1, 2, 3 e Spinball no Mega Drive. Tenho Sonic 1 e Tripe Trouble no Game Gear. Fiz meus pais irem pra várias cidades da região atrás do excelente Sonic CD. Comprei Sonic & Knuckles Collection para PC (época em que os emuladores ainda não tinham ganhado o mundo) e recentemente comprei o Sonic Mega Collection do PS2 (hey, só U$ 10. Comprei pela nostalgia). Só não tive Sonic no Saturn, onde saiu a bomba chamada Sonic 3D Blast (existiu uma coletânea excelente chamada Sonic Jam, mas na época eu não consegui encontrá-la a venda no Brasil).

E é aí que a vida do ouriço azul mudou. Sonic nunca teve uma transição boa para o 3D. Exceto talvez pelo Sonic Adventure do Dream Cast, os demais títulos de lá pra cá só ganharam nota baixa. What a shame!

Mas ainda existe esperança para o borrão azul. Talvez a Sega consiga acertar com o novo Sonic Unleashed que será lançado no final do ano. Parece que finalmente a produtora vai fazer aquilo que já deveria ter sido feito há muito tempo atrás: basicamente um jogo de plataforma 2D com gráficos 3D.

Sonic é velocidade, é blur motion em 90% do tempo. Não dá pra mantê-lo num mundo 3D aberto, onde os controles se complicam e você não tem a liberdade para correr muito. Muito menos interessante é incluir uma dezena de personagens bobos que só atrapalham o brilho do ouriço azul (Unleashed trará apenas Sonic, Tailes e Knuckles… ótimo).

 

A única coisa que me deixa com pé atrás é que parece que, segundo a história, o Sonic foi infectado pelo Robotnik e acaba se transformando em “lobisomem” (lobisonic?) em alguns momentos. Isso realmente machuca o hype que eu tenho do jogo (idéia besta essa).

Anyway, todos aqueles que gostavam do porco espinho na era 16 bits devem conferir os dois trailers, aqui e aqui. A internet está fervorosa, todos confiando em Unleashed.

Vendo os vídeos o meu semblante começa a expressar um sorriso. Sorriso semelhante ao do garoto de 10 anos que mal podia esperar pelo próximo jogo do seu personagem favorito! Só tenho que lembrar de ter cuidado com o hype.

May.21.08

BPMMORPG

Posted in Games at 11:59 am by BP

RPG é um gênero de jogatina eletrônica que eu nunca gostei. Desde a minha infância me deparei com alguns jogos, e enquanto eu sempre tive vontade de me enrolar em suas histórias empolgantes, o que sempre me afastou foi o sistema de batalhas. Eu gosto de ter controle sobre a ação, não gosto de esperar as rodadas, e odeio quando estou andando pelo mapa e do nada surge um grupo inimigo. Por isso mesmo talvez o único RPG no qual eu dediquei algumas horas tenha sido o Zelda do SNes (calma lá, ele é considerado RPG?).

Por quase 25 anos tem sido da mesma forma. Sempre que ouço sobre um título no estilo ele cai no meu filtro de jogos que eu não tenho paciência.

MMORPG é uma sigla que já há alguns anos é sempre ouvida. Orientais morrem em lanhouses jogando estas aventuras que demandam tempo e absorvem o jogador. Pessoas vendem seus personagens com skills por quantias absurdas. Eu demorei, mas finalmente experimentei.

A idéia foi do Wedge. EVE Online é um jogo espacial onde mais de 30 mil pilotos jogam ao mesmo tempo. Qual a diferença em relação aos demais MMORPGs? É que tudo ocorre em um único servidor! Embora você já esteja imaginando batalhas gigantes no melhor estilo Star Wars, isso não é sempre que ocorre. Como todo MMORPG, você tem diferentes facções, diferentes “empregos” e tem que percorrer um longo caminho até se tornar alguém notável. Apesar do grande número de jogadores, EVE tem uma atmosfera única: você se sente completamente sozinho, num vazio imensurável. Apenas mais um pontinho em um universo que possui mais de 5 mil sistemas solares (!).

Em um local tão frio e solitário, a diferença está justamente nas missões em conjunto. Após os primeiros treinamentos formei uma frota com o Wedge e nos encontramos para realizar novas missões (explorar locais abandonados, destruir piratas bots etc). Talvez seja pela saudade de uma experiência multiplayer, mas a questão é que foi muito divertido. Como estávamos separados, viajamos por mais de 20 minutos até nos encontrarmos, atravessando inúmeros sistemas solares com seus planetas e estações únicas. Cada um de nós com espaçonaves e skills diferentes para formar uma única estratégia durante a batalha. E eu já disse que as batalhas não são em rounds?! Meu Deus, que experiência fantástica :)

É uma pena que o EVE Online tenha um trial de apenas 15 dias. A assinatura mensal custa U$ 15, o que pro meu gosto é um tanto quanto salgado. Fossem 5 dólares por mês e pode ser que eu continuaria a aventura.

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