Archive for August, 2007
Still here
É engraçado como certas coisas acontecem sem você nem saber como. Tudo bem, a bolsa onde ela fica caiu 2x de uma altura pequena esses dias, mas tratando-se de uma bolsa projetada para cameras, como diabos esses 3 riscos profundos foram ferir a minha querida rebelde? Teria ocorrido fora da bolsa?
Puxa vida. Logo eu, que sou tão apegado com esses “detalhes” :~
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2.4 Turbo
Well, that’s it. Semana de aniversário acabando e a vida continua. Achei que o dia 15 de agosto de 2007 fosse ser completamente esquecível, mas graças a Deus existem pessoas bacanas que fazem a gente se sentir especial (mesmo que não mereçamos). Acho que esta foi a única serenata irei receber na vida :) Obrigado amigos e familiares.
“Sei que os Teus olhos, sempre atentos permanecem em mim…”
No commentsTransformers: The Game
Não é novidade: jogos baseados em filmes sempre tendem a ser um zero a esquerda desde a época dos poucos bits de processamento. Existem algumas casos a parte, mas não vou me estender.
Transformers: The Game não poderia ser diferente. O jogo tem a difícil tarefa de combinar o controle de vários tipos de veículos e batalhas entre robôs humanoides. O resultado foi um pseudo-GTA com varios furos e jogabilidade duvidosa (além de alguns bugs bem chatos). Mas também não é sobre isso o que quero dizer.
No jogo você pode seguir a história dos Autobots ou dos Decepticons. Como não poderia deixar de ser, existem pequenas diferenças entre o desenrolar dos fatos. O mais bacana foi o golpe final que acaba com o Megatron. Ao contrário do filme, que mostra o garoto enterrando a allspark no peito do vilão, no jogo o Optimus Prime enterra o “cubo mágico” no inimigo através de um poderoso soco. Mais ação, mais adrenalina, mais power.
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Fim de férias…
Esta semana meu pai voltou a trabalhar após 15dias em casa. Já sinto falta da presença dele, do barulho da furadeira e das marteladas. Sim, porque quando meu pai sai de férias minha mãe já se encarrega de fazer uma lista de coisas que devem ser consertadas em casa. É até engraçado. Mas isto não nos impede de sairmos, viajarmos (no melhor estilo bate-e-volta) e fazermos algumas coisas diferentes, como foi o caso dessa última sexta-feira quando fomos ao Hopi Hari. A última vez que meu pai deve ter entrado em um parque de diversões foi a mais de 15 anos atrás. Vê-lo se divertir dessa forma “diferente” me fez sentir como se eu ainda fosse uma criança e o meu pai fosse aquele paizão gelol. No fim, eu só tenho a agradecer a Deus pelos meus pais. Nada a reclamar. E que eu e minha futura esposa possamos ser pais tão bacanas como os meus são.
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