BP’s Tears In Rain

Archive for October, 2007

Deus é Fiel!

Pouco mais de um ano após ter o meu visto negado (sendo que os vistos dos meus pais foram aprovados naquela mesma entrevista), retorno para dar esta excelente notícia: consegui meu visto para os EUA! Só de saber que poderei conhecer New York já me deixa com inúmeros planos (e uma wishlist gigante).

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PS2 owned BP! And Ace Combat owned us all!

Engraçado, alguns anos atrás se alguém me perguntasse se eu pretendia voltar aos videogames a resposta com certeza seria não, afinal no computador eu tenho melhor controle (prefiro muito mais jogar no teclado/mouse certos tipos de jogos – incluindo os de luta), gráficos infinitamente melhores e muito mais opções de customização. É claro que mesmo sendo um PC gamer, nunca deixei da apreciar as obras primas que saem para os consoles, e muitas foram as vezes em que pensei e considerei a compra de um aparelho. Pois cá estou eu com um Playstation 2 em casa. É um console antigo, já no final da vida, mas sem dúvida nenhuma é o que eu mais tinha vontade de ter apenas por causa de alguns poucos títulos. Entre eles já figurou o Metal Gear Solid 2 (que eu terminei em algumas visitas à casa do PhOBoS - ô enredo fraco), Silpheed (que eu também joguei um pouquinho lá), porém o caso mais recente e que despertava algo forte era Ace Combat.

Amigos antigos sabem que eu sempre gostei de simuladores, não dos hardcores, mas dos mais arcades que permitiam um nível de diversão bacana com um bocado de realismo. Tanto eu gosto que meu primeiro site foi um sobre o F-22 Raptor (Novalogic). A questão é que, por incrível que pareça, simuladores de caça desapareceram dos PCs nestes últimos anos. Com exceção de alguns extremamente reais (e cujo suporte foi abandonado pela produtora), não existem simuladores modernos de aviação.

Ace Combat sempre teve tudo pra chamar minha atenção. Apesar de ser extremamente arcade (só perde para o After Burner ;p), é um jogo que conta com um visual lindo, um clima legal, excelente trilha sonora e até mesmo um enredo que resultaria num bom filme. A primeira vez que joguei um pouco de Ace Combat foi no PSOne de um amigo, há muitos anos atrás (por volta de 1998). Só fui jogar um pouco de Ace Combat Zero no ano passado, na TV preto e branco de 7 polegadas que o Buttons levou no “acampamento”. Após isso, muitas foram as vezes em que eu me peguei vendo o trailer do Ace Combat Zero, sentindo que eu não poderia perder essa experiência jamais. Foi então que, frustrado com os poucos títulos diferentes do PC e sedento por um pouco de ação diversa investi no PS2.

Junto com alguns outros títulos (de origem “alternativa”), eu peguei o Ace Combat 5: The Unsung War (esse sim, original). Defintivamente valeu cada centavo investido. Finalmente pude ouvir a excelente trilha sonora (que eu já havia baixado meses atrás) e associá-la à imagem, à adrenalina do momento. Não apenas a trilha sonora é regozijante, mas todos os efeitos ficam ainda mais fantásticos quando se liga o PS2 no home-theater usando a conexão óptica (The Unsung War possui Dolby Pro Logic II, isso significa que você realmente se sente na cabine do avião, com o som das turbinas nas caixas traseiras e tudo mais). O voice-acting em inglês também foi muito bem feito e reforça a personalidade dos personagens principais, conseguindo transmitir todo o drama vivido durante os intensos combates aéreos.

Ace Combat 5: The Unsung War   Ace Combat 5: The Unsung War

Eu poderia continuar falando muitas coisas mais, porém deixo isto para os inúmeros reviews que você pode encontrar na Internet. A questão é que The Unsung War foi tão bom que já estou procurando no Mercado Livre o Ace Combat 4, e pretendo adquirir até o final do ano o Ace Combat Zero para completar a coleção.

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