BP’s Tears In Rain

Archive for March, 2008

Debriefing

O final de semana foi MUITO bom. Família reunida, muita diversão e gargalhada. Para terminar o fds, hoje pela manhã fomos ao Zoo (Sorocaba). Eu estava doido para usar o polarizador, porém o sol sumiu por vários momentos e complicou a minha vida. Anyway, fica um exemplo do que o tal do filtro polarizador pode fazer com a água (ex com filtro / sem).

Filtro Polarizador

Agora é descansar para encarar mais uma semana! E que seja abençoada! :)

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Coloque mais cor no seu mundo: use um polarizador

Hoje chegou o polarizador circular que irei usar na minha 70-200mm. Minha experiência com um filtro polarizador foi na Pro1, e desde o primeiro momento eu sabia que nunca mais sairia em um dia de sol sem ele. Após ter entrado para o mundo dSLR eu não havia comprado ainda polarizadores para minhas lentes, porém após ter ido no zoológico num dia de sol eu senti muita falta. O luz forte do sol muitas vezes acaba deixando as cores meio lavadas, e o polarizador resolve justamente isso (alguns exemplos abaixo: foto sem polarizador/com polarizador).

Filtro Polarizador

Ele é um desses filtros mágicos. A explicação científica vocês podem ver no Wikipedia, mas a curto prazo basta dizer que se usado da forma correta ele satura as cores (deixa o céu azul, faz as folhagens mais vivas) e pode até mesmo tirar o reflexo em superfícies não metálicas (como vidros e água). É um desses filtros que você não consegue imitar no Photoshop (você pode até escurecer o céu e saturar cores, mas eliminar reflexos? nope).

Filtro Polarizador

A única condição para que ele funcione bem é que você esteja “mirando” à 90º do sol. Exemplo: estique seu dedo indicador e o seu dedão, formando um L. Se o seu dedão está apontando para o sol, o seu dedo indicador deve estar apontando para a direção da fotografia.

Filtro Polarizador

Se você gosta de fotografar, mesmo com sua compacta, deveria comprar um adaptador de filtros e um polarizador. É um jeito bem bacana de melhorar suas fotos. No próximo final de semana devo viajar, e como não poderia deixar de ser, estarei colocando o filtro em ação!

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Hypertexting

Era um dia normal. Visitei o blog do Wedge, vi sobre uma video-retrospectiva dos jogos de Star Wars no Game Trailers. Assisti o video e notei a música que estava tocando ao fundo: uma versão disco do tema de Star Wars (groove it baby!). Essa versão a gente tem em um LP antigo (uma coletânea de temas de cinema) que está na casa de algum familiar. Eu já era doido para pegar essa música em cd/mp3, porém até o advento de certas ferramentas e sites era muito difícil conseguir saber sobre músicas específicas e raras. Entrei no You Tube, pesquisei “Star Wars Disco” e acabei descobrindo que quem faz a versão é um cara chamado Meco. Na Wikipedia encontrei mais informações sobre o artista. Entrei no Amazon, procurei o CD para comprar mas o “The Best Of” está em falta. Fui ao Google, digitei “The Best of Meco + Rapidshare” e encontrei um link para download. Voltei para o Game Trailers e assisti a uma retrospectiva especial da série Metroid com mais de 1h de duração (boas e inesquecíveis lembranças, by the way). A partir daí consultei mais uma vez o Google em busca de imagens de Samus Aran. Descobri uma jovem pseudo modelo brasileira, que em um forum gringo foi colocada lado a lado com uma imagem da Samus pela semelhança. Mais um pouco de pesquisa e eu descubro que ela já saiu em alguma página da Playboy, tem algumas fotos no Flickr e ficou famosa ao “ficar” com um dos integrantes do RBD durante a breve passagem do grupo pelo Brasil.

Definitivamente, o hypertexto é futuro da informação. Eu poderia ter parado de citar minhas descobertas após a restropectiva de Metroid, que encerrou o dia produtivo, mas foi muito interessante ver os novos caminhos que uma nova pesquisa me mostrou. Em algumas horas descobri mais do que me seria possível há 10 anos atrás. Está tudo aí, exposto, esperando para ser encontrado. Deus abençoe a Internet.

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God of War

Lembre de quando você foi ver 300 no cinema. Agora pense um jogo que, da mesma forma que 300, te deixaria deslumbrado e sedento por mais ação. Você imaginou God of War.

Foi assim, meio por acaso, que lá nos EUA decidi comprar God of War. Assim como Shadow of the Colossus, God of War foi um jogo do qual eu havia ouvido falar (e da mesma forma que alguns outros títulos, eu tive a chance de ver um pouquinho dele na TV p&b de 7 polegadas que o Buttons levou no “Nerd Camp 07”). Como eu não havia me animado com Shadow of Colossus após jogá-lo, achei que God of War pudesse vir a ser só mais um título na prateleira. Com um certo receio eu comprei tanto o I quanto o II, e voltei para o Brasil.

God of War

Semanas se passaram, joguei God of War I e faz poucas horas que terminei o II. Holy cow! What a game! A primeira coisa que impressiona nos primeiros minutos de God of War são os gráficos. Você fica pensando qual mandinga os produtores do jogo tiveram que fazer para conseguir frame rates tãos bons em cenários tão bonitos. Os jogos são ricos em detalhes, e estão entre os títulos mais polidos que eu já joguei na minha vida. A história acaba empolgando, o personagem tem personalidade forte e carisma (porque não?), a música é épica, tudo é épico: vozes, personagens, musicas, cenários, arte, movimentos, cinematics etc. Os jogos são um banho de sangue, mas tendo em vista o quanto exagerado o personagem é, tudo se torna digerível. Kratos faria Conan chorar, LOL! Quem gosta de mitologia grega vai ter um prato cheio.

God of War II

Finalizando este breve e excitado (ui) review: God of War não foi o motivo para comprar o PS2 (este motivo, como vocês sabem, foi Ace Combat), mas pode ser um motivo de peso para comprar um PS3. E provavelmente uma action figure :P. Ahh, e graças a Deus que eu comprei um PSP: ele acaba de receber um título exclusivo de God of War.

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Dia 6: considerações

E Jack Bauer resistiu a mais uma temporada. Uma temporada bem interessante, e que foi mais sólida do que eu pensava. A seguir estão algumas considerações sobre o 6º pior dia na vida de Jack Bauer, então se você ainda não assistiu, não leia.

Para analisar a temporada é mais fácil começar falando sobre os personagens. Na falta de um Mike tivemos o Tom Lennox, que no começo aprendemos a odiar, porém com o tempo também aprendemos a gostar. Suas caras e bocas foram impagáveis enquanto ele botava o vice-presidente da parede. Wayne Palmer, como já suspeitava, não conseguiu desempenhar um papel tão forte. Acredito que o vice-presidente Noah tenha sido um personagem melhor explorado, que no começo faz parte de armações e desperta o nosso ódio, porém ao final da série acaba se redimindo e confessando suas próprias fraquezas. Bill Buchanan também continuou sendo um personagem bacana, desempenhando a voz da experiência à frente da CTU. Doyle também foi um personagem que no início pareceu ser um empecilho, mas depois se mostrou leal “ao que é certo” e acabou ficando digestível. De forma nenhuma substitui o Tony, porém ele foi um bom agente (um tanto quanto irritante), capaz de fazer as coisas na ausência do Jack. Quem sabe ele não volta na próxima temporada com um tapa-olho, Snake style. Chloe fez bem seu papel, e sempre existe mais espaço para o seu jeito mal humorado e seus comentários fora de hora. Morris foi um bom par, e o seu jeito sarcástico garantiu uma boa interação com a Chloe. A volta do Milo foi uma das coisas mais bacanas. Não sei, mas eu sempre simpatizei com o personagem dele, talvez pelo visual meio fora do padrão. Foi uma pena ele ter saído tão repentinamente, e talvez ele merecesse o “reloginho mudo” (que curiosamente não aconteceu neste dia). A Nádia leva o título de personagem meiga da temporada e entra pra história de 24 como uma das agentes mais bonitas. Na verdade essa temporada foi impressionante, porque praticamente pela primeira vez vemos uma mulher realmente BONITA com a qual o Jack se envolveu. Recapitulemos: a esposa dele, Teri, era terrível. A Nina também não era lá grande coisa. Aquela mulher com a qual ele estava levando uma vida “normal” no começo da 5ª temporada era razoável. Audrey Raines não é aquilo que se possa chamar de mulherão. Enfim, a única outra bonita até então era Claudia (Vanessa Ferlito), esposa de um dos mexicanos traficantes da 3ª temporada.

Nadia Yassir (Marisol Nichols)           Marilyn Bauer (Rena Sofer)

E já que comentei sobre a cunhada, chega a hora de falar sobre a familia Bauer. Que família traste! Na verdade eu acho que todo esse lance foi um dos pontos fracos dessa temporada, e que não vingou. Toda essa conspiração familiar deixou o enredo menos interessante e pouco “real”.

Mas e a próxima temporada? Sem dúvida será uma das mais aguardadas, se não A mais aguardada de toda a série, pois marca a volta absurda (porém muito comemorada) de um dos melhores personagens da série: Tony Almeida. Não me perguntem como vão fazer para explicar o desaparecimento dele por mais de 3 anos. Tudo que sei é que ao mesmo tempo em que sua ressurreição é um fato um tanto quanto sem noção (no melhor estilo LOST), ela não deixa de dar um novo gás à série. Entre outras coisas, algumas considerações que eu gostaria de fazer em relação à próxima temporada:

- chega de ver a CTU ser invadida. Ter os computadores hackeados é uma coisa, porém ser invadida fisicamente por inimigos é forçar demais a “suspenção de realidade”. Aquele lugar deve ser protegido por todos os lados. Seus seguranças são altamente treinados e não devem ser mortos tão facilmente. Está na hora de investir um pouco mais nas cenas com figurantes! Eles vão morrer? Tudo bem, mas não sem uma boa luta!

- Eu tinha mais considerações, mas elas fugiram da minha cabeça. Ja é tarde, e como ninguem vai ler isso mesmo a melhor coisa a fazer é dormir :)

Tic, tac, tic, tac, tic…

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Sábado

Hoje foi um dia bom. Bom no sentido de que realmente o aproveitei, e fiz alguma coisa de diferente.

Primeiro que após xeretar dezenas de Flickrs na sexta-feira, eu percebi o quanto eu precisava sair para fotografar. Como o Wedge diz, fotografar é uma terapia. Fui ao zoológico de Piracicaba mesmo, que apesar de ser fraco, oferece algumas oportunidades. Desde que retornei esta foi a primeira vez em que usei a 70-200 em “campo brasileiro”. Passei o final da manhã lá, porém enquanto voltava pra casa pensava em novas possibilidades, como quando acontecem campeonatos de arrancadas.

Cheguei em casa, olhei o jornal, e lá estava: “campeonato de arrancadas acontece amanhã / treino ocorre hoje a partir das 13h”. Não deu outra, fui lá ver uma dezena de gols quadrados, fuscas e opalas “tunados”. Experiência bacana, e só não vou amanhã (quando vai  ser bom mesmo) porque tenho que terminar um trabalho.

É fim de noite, e após passar o olho rapidamente pelas 645 fotos batidas eu tomei algumas notas: 1) preciso de um filtro polarizador para a 70-200. O sol está muito forte, e as cores acabam ficando lavadas. 2) fazer panning é mais difícil do que parece. 3) eu preciso passar um filtro solar da próxima vez em que for passar o dia todo na rua. Minha pele está com 3 tons diferentes (natural / tostado atrás do pescoço / queimado nos braços).

Hmmmm. Uma última nota: eu escrevo demais.

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Faça o que você gosta, e nunca mais precisará trabalhar!

Eu já ouvi essa frase algumas vezes e ela sempre soou um tanto quanto fantástica demais para ser verdade. É claro que quando trabalhamos em algo que gostamos aproveitamos muito mais a experiência, vivemos bem mais felizes, porém não significa que você irá deixar de ter momentos comuns a qualquer tipo de trabalho.

De qualquer forma, posso dizer que amo meu trabalho. Geralmente são horas que passo na frente do computador, as vezes montando layouts piores que um quebra-cabeças de 1000 peças, as vezes produzindo imagens e transformando-as em projeções ideais de um conceito. Por ser uma área bastante diversa muitas vezes o padrão é prazerosamente quebrado, com novos objetivos que exigem novas experiências. É o layout que precisa da foto, a foto que precisa ser tirada sob circunstância específica, a circustância que me tira das 4 paredes e me leva pra fora.

E quando tudo está pronto vem a melhor parte. Não há nada, repito, nada mais prazeroso que ter o seu trabalho reconhecido. É o WOW factor que você recebe do cliente ao apresentar a imagem, é o “well done” que você ganha daqueles companheiros do ramo. Hoje foi um desses dias prazerosos.

Aquaplus

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Tic, tac, tic, tac, tic…

Hoje de manhã chegou pelos correios a 6ª temporada de 24 Horas. É engraçado pensar que eu nunca havia assistido o Jack Bauer até a quarta temporada, quando meus pais e eu viramos fãs.

Jack Bauer

Eu sei que hoje 24H não tem o mesmo impacto que tinha alguns anos atrás, mesmo assim não deixa de ser um seriado bacana, com personagens memoráveis e situações do mais puro estresse. E o melhor: em 24 episódios você tem o final da trama.

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