God of War

Lembre de quando você foi ver 300 no cinema. Agora pense um jogo que, da mesma forma que 300, te deixaria deslumbrado e sedento por mais ação. Você imaginou God of War.

Foi assim, meio por acaso, que lá nos EUA decidi comprar God of War. Assim como Shadow of the Colossus, God of War foi um jogo do qual eu havia ouvido falar (e da mesma forma que alguns outros títulos, eu tive a chance de ver um pouquinho dele na TV p&b de 7 polegadas que o Buttons levou no “Nerd Camp 07”). Como eu não havia me animado com Shadow of Colossus após jogá-lo, achei que God of War pudesse vir a ser só mais um título na prateleira. Com um certo receio eu comprei tanto o I quanto o II, e voltei para o Brasil.

God of War

Semanas se passaram, joguei God of War I e faz poucas horas que terminei o II. Holy cow! What a game! A primeira coisa que impressiona nos primeiros minutos de God of War são os gráficos. Você fica pensando qual mandinga os produtores do jogo tiveram que fazer para conseguir frame rates tãos bons em cenários tão bonitos. Os jogos são ricos em detalhes, e estão entre os títulos mais polidos que eu já joguei na minha vida. A história acaba empolgando, o personagem tem personalidade forte e carisma (porque não?), a música é épica, tudo é épico: vozes, personagens, musicas, cenários, arte, movimentos, cinematics etc. Os jogos são um banho de sangue, mas tendo em vista o quanto exagerado o personagem é, tudo se torna digerível. Kratos faria Conan chorar, LOL! Quem gosta de mitologia grega vai ter um prato cheio.

God of War II

Finalizando este breve e excitado (ui) review: God of War não foi o motivo para comprar o PS2 (este motivo, como vocês sabem, foi Ace Combat), mas pode ser um motivo de peso para comprar um PS3. E provavelmente uma action figure :P. Ahh, e graças a Deus que eu comprei um PSP: ele acaba de receber um título exclusivo de God of War.

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