The final take-off!

Pesquisando uma ilustração de After Burner para colocar no banner-topo deste blog, acabei sabendo de algo que me deixou entusiasmado: no final do ano passado a Sega lançou After Burner Climax, uma versão nova deste verdadeiro clássico. Quem me conhece sabe o quão fã de After Burner eu sou, e não vou colocar aqui as inúmeras razões para tal.

A questão é que After Burner já havia ganho um remake decente para o PS2 alguns anos atrás, o que dizer então de uma “nova” versão voltada para os arcades e X360, com direito a shaders e tudo mais que a tecnologia atual permite? OMG! É bem provável que eu nunca veja esse jogo na minha frente, mas pelo menos posso sentir um pouco (bem pouco) do gostinho no You Tube.

Só me resta aguardar para que este jogo chegue aos PCs assim como aconteceu com OutRun 2006.

AFClimax

 PS: esse é mais um daqueles momentos onde desejava ter nascido no Japão.

Resolvendo crimes com trilha sonora nostálgica

Algumas semanas atrás eu estava zapeando pela TV, quando passei pelo Warner onde estava tocando uma das minhas músicas favoritas de Heart, “Alone”. Notei que não se tratava do videoclipe da musica, mas de cenas de um seriado policial. Não prestei muita atenção no nome (dificilmente acompanho séries), e aquilo ficou no esquecimento. Alguns dias atrás meus pais comentaram sobre um seriado no SBT que costuma tocar músicas bacanas no final, e que passa todo domingo por volta da meia noite. Ao assistir constatei que se tratava do mesmo programa que eu havia visto (e olha que desta vez tocou Cindy Lauper – Time After Time em uma das cenas). Trata-se de Cold Case (Arquivo Morto, no Brasil). Um seriado onde investigadores resolvem crimes até então sem solução que foram arquivados por anos, até mesmo décadas.

É aí que entra a trilha sonora diversificada. Durante a investigação acontecem diversos flashbacks mostrando o desenrolar do crime. Nestes flashbacks sempre estão tocando músicas que procuram caracterizar a época (que pode ir de um simples rock dos anos 60 até um punk rock dos anos 90). As cenas finais dos episódios mostram o caso resolvido sendo arquivado, o desfecho das pessoas envolvidas e outras coisas mais, tudo acompanhado por uma música de fundo (neste caso, Alone).

Confiando num provável bom gosto e sempre procurando novas/velhas músicas, resolvi pesquisar quais já haviam sido tocadas no seriado. Para minha felicidade o site da CBS contém uma relação das músicas que foram tocadas a cada episódio. Resultado: nestes últimos 2 dias baixei mais de 200 músicas (e já ouvi todas ao menos uma vez). Bem interessante para quem estiver com bastante tempo livre.

BP goes pool!

Faz muito, muito tempo que eu não me encontrava com alguns camaradas do tempo da escola. Amigos com inúmeras histórias engraçadas que nunca nos enjoamos de lembrar. Ontem um desses amigos ligou em casa me convidando para sair. Estava meio desanimado, até que ele sugeriu um lugar para irmos: Bodega’s (barzinho com meia dúzia de mesas de sinuca / bilhar / pool). Foi então que me animei na hora :). Curiosamente o Bodega’s estava fechado, então fomos em outro barzinho, frequentado por teenagers de um cursinho que fica há menos de 200 metros dalí. Diversão garantida.

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BP goes blog!

Demorou para acontecer, mas finalmente chegou a hora em que o BP montou um blog. Agradecimentos ao Wedge d00d (companheiro de “host” e amigo de net há anos) que me incentivou e ajudou na configuração. Valeu pal! \o/

Esse blog vem como consequência da assinatura do DreamHost, que disponibiliza alguns “goodies” para seus usuários. Por ser um lugar onde estarei deixando algumas notas do dia-a-dia, ele vem substituir parte do Tears In Rain original. É muito mais fácil atualizar por aqui, conforme as coisas vão acontecendo, do que me sentar a cada tantos meses e escrever um resumão.